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Novos horizontes

Neste segunda viagem à São Tomé e Prícipe, ficarei por dois meses. Em uma semana já pareço ter sofrido grandes mudanças, espero que me marquem para sempre e que nunca me esqueça delas.

Novo olhar

Esta é uma “fota” tirada pela Gabi, que também está aqui. Este dia na Roça em Água Izé foi marcante para nós dois, a sensação de que, à partir do momento que entramos em contato com aquelas pessoas, tínhamos ganho a responsabilidade e o dever de ajudá-las foi enorme. O carinho que recebemos foi algo que tocou o fundo de nossa essência como seres humanos.

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Eram esperadas durante todo o ano aquelas noites. Junho e Julho sempre foram meus meses preferidos, o frio, a neblina, as poucas chuvas. Na vila, o céu era muito escuro e salteado de estrelas. A cidade, privilegiada com sua localização em uma planície, permitia ver a linha do fim do mundo, onde a abóbada celeste tocava o chão do pasto. Às vezes, parecia que a silhueta de uma vaca tocava a luz de uma estrela, mas era só a lâmpada lúgubre da varanda de D. Zefinha. No sítio, todas as lâmpadas eram lúgubres, eu preferia sempre andar no escuro lá na casa da minha avó, suas lâmpadas, de baixa potência, muitas utilizadas com voltagem abaixo do que eram feitas, faziam com que o ambiente ficasse em um lusco-fusco macabro. Eu preferia a luz que vinha de fora, ainda mais depois que o prefeito mandou trocar as lâmpadas públicas por aquelas feitas de vapor de mercúrio, deixando tudo com tons quentes, eu sempre gostei mais das lâmpadas com cores de alta temperatura. No sítio do Compadre Jarbas (mu...