Creio que nunca um ano causou tantas mudanças em mim como este. Foram reformas estruturais, nos princípios de minhas ações. Não radicais é claro. Talvez na ordem da emancipação da liberdade. Hoje, sou mais EU do que era antes. Perdi certos medos de assumir algumas “faces” que eu esboçava, porém sem demonstrar ou seguir as “linhas” que engendrariam estas “ faces”. Não apelo mais ao sentimentalismo boçal do meu Signo, aliás, cuido para não atrelar minha identidade a nenhum “signo” que daria alguma pré-concepção do que seria “eu”. Claro que todos nós carregamos vários destes signos, porém, é possível deixar coisas um pouco mais misteriosas.
A concluir, isto tudo pensei depois de assumir publicamente que procuro apenas ter amigos bonitos, que minha aproximação às pessoas se dá, primeiramente pela aparência, e não me envergonho em nada disso. Só tenho amigos lindos.
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